Geral

Medalha 2013

2013, o ano zero

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Bom dia

Desta vez o rescaldo do ano que vai terminar não é nada do que tinha pensado até a bem pouco tempo, sendo que os objectivos para 2014 vão ficar em stand by até ser debelada a lesão.

No inicio de 2013 foram traçados objectivos, dentro deles, alguns ficaram por alcançar, o POM (Portugal “O” Meeting), bom resultado e mínimos técnicos para permanecer na selecção, e o Absoluto (de Orientação) pódio individual, o resto correu dentro do planeado, títulos nos Nacionais e uma medalha (comprada) no WMOC 2013 em Itália.

Passei dos quase 4000 kms de 2012 para cerca de 2600 de 2013, não estando a vista a data para o regresso em 2014.

Depois de terminada a primeira parte da época com a participação em Agosto no WMOC 2013 em Itália, decidi parar de treinar e fazer um tratamento aos tendões calcificados pois as dores já eram insuportáveis e não tinha condições para continuar a treinar, o conselho foi o tratamento por ondas de choque, tratamento com 80% de probabilidade de sucesso, mas infelizmente eu parece que fiquei nos outros 20% da estatística.

Dês-de Agosto que estou praticamente sem treinar e sem competir, sendo que as ultimas ordens são para parar completamente até passar a dor totalmente, por isso Janeiro ficara sem competição para mim.

Estou em contacto com o Dr. Gomes Pereira que num primeiro contacto telefónico também me ia aconselhar o tratamento por ondas de choque, mas depois de eu relatar todo o processo dês-de Agosto até hoje, ofereceu-se para ver todos os exames que fiz e assim fazer um diagnostico do meu problema, estou a aguardar para depois poder fazer o planeamento para 2014.

Sendo assim resta-me desejar a todos os meus amigo um ano de 2014 cheio de sucessos, e como costuma dizer uma amigo meu ” a dor é éfemora mas a gloria é eterna”.

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Terapia por Ondas de Choque

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Como todos sabem, a alguns anos que me ando a queixar do facto de ter varias calcificações no tendão de aquiles (pé direito) e de não conseguir treinar em condições, com o passar dos anos e com a carga de treino, a situação foi piorando, sendo que este ano foi impossível cumprir o plano de treino e assim fazer uma melhor prestação no WMOC.

Sendo assim, resolvi tentar um tratamento de ondas de choque, ou este tratamento ou ser operado, mas a situação não pode é continuar assim. Já fiz fisioterapia, mas o problema continua, enquanto o tendão tiver a calcificação.

Por isso neste mês de Agosto fui a uma clínica em Rio Tinto (Porto) e comecei os tratamentos, já fiz dois (de três), sendo que o terceiro será na próxima terça feira.

Durante o resto do mês de Agosto e todo o mês de Setembro não irei competir, apenas irei treinar ligeiramente, sendo que apenas um mês depois do ultimo tratamento começarei os treinos a serio, caso a lesão seja debelada.

Segue alguns artigos que pesquisei na internet sobre as ondas de choque.


Tratamento Por Ondas de Choque em Ortopedia

A Terapia Por Ondas de Choque (radiais ou focais) é uma nova modalidade de tratamento para os pacientes com problemas músculo-esqueléticos.

Iniciamos esta prática em 1999 após estágio em centros de tratamento na Alemanha nas universidades de Munique e Heidelberg onde já é utilizada desde 1990.

Existem vários modelos de máquinas que, por trabalharem com diferentes intensidades da onda aplicada no local de tratamento, podem tratar lesões musculares, tendinosas ou ósseas.

Participamos ativamente de um grupo médico denominado Sociedade Brasileira de Terapia Por Ondas de Choque / SBTOC
(www.sbtoc.org.br) formado em 2001 por ortopedistas brasileiros promovendo cursos e participando de congressos de ortopedia nacionais e internacionais.

Como funciona ?

Não se trata de um choque elétrico, mas sim de um impacto mecânico.

As Ondas de Choque são um tipo de energia mecânica que penetra no tecido lesado e provoca um fenômeno chamado cavitação, onde microbolhas se rompem provocando como microrupturas no tecido inflamado, determinando a liberação de substâncias antiinflamatórias locais e também estimulando um aumento na microcirculação local .

Este aumento de nutrição no local antes fibrosado leva a uma progressiva cura natural do processo inflamatório-degenerativo.

Podemos controlar a intensidade da energia com que as ondas de choque atingem o local a ser tratado. Quando utilizamos baixa energia produzimos alívio da dor e relaxamento muscular, quando se utiliza média energia ocorre a reparação tecidual e com alta energia pode ocorrer a estimulação óssea.

As ondas apenas atuam em tecidos lesionados e não causam nada em tecidos normais.

Como é o tratamento ?

O tratamento é ambulatorial, não necessita internação ou anestesia a não ser para alguns casos de tratamento ósseo.

Realizamos de 3 a no máximo 6 sessões com intervalo de uma semana entre cada aplicação. São aplicadas 2000 ondas em cada sessão nos locais lesionados.

Terapia por Ondas de Choque

A Terapia por Ondas de Choque é uma nova técnica utilizada no tratamento das seguintes indicações: dores no cotovelo (epicondilite), dor após sobrecarga no joelho (joelho de saltador), calcificação do tendão do ombro (ombro doloroso), e dor da inflamação no tendão de Aquiles. Indicações que seriam difíceis de tratar com fisioterapia convencional.

O que acontece durante o tratamento com a Terapia por Ondas de Choque?

Durante a terapia por Ondas de Choque, uma onda acústica de alta energia é transportada até aos tecidos músculo-esqueléticos, fibroses e pontos dolorosos. Este processo origina uma cascata de efeitos benéficos, tais como aumento da neovascularização, reversão da inflamação crónica, estimulação do colagénio e dissolução de fibroblastos calcificados.

Benefícios do tratamento com a Terapia por Ondas de Choque:

  • A Terapia por Ondas de Choque tem uma excelente relação custo/efectividade.
  • Solução não invasiva para a sua dor crónica no ombro, costas, calcanhar, joelho ou cotovelo.
  • Nova tecnologia com efeitos médicos comprovados; efectiva em mais de 80% para algumas indicações.
  • Sem anestesia e sem medicamentos.
  • Sem efeitos secundários.
  • Principais especialidades médicas: ortopedia, reabilitação e medicina desportiva.

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Época 2012 – Balanço Final

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Chegou ao fim mais um ano, e mais uma época de competição, repleta de alegrias.

Em termos de balanço final, posso afirmar que foi uma época positiva, conseguimos (eu e o Albano João) muitos bons resultados, e a cima de tudo, conseguimos manter um nível físico elevado durante toda época, muito obrigado Banito, sem ti seria muito mais difícil.

O ano começou com um excelente resultado no WRE de Arronches, segui-se o objectivo de ser o melhor no Portugal “O” Meeting em Viseu, faltou um podium (três primeiros) em Elite nos Nacionais, mas vencemos a Estafeta em Veteranos I, no World Masters Orienteering Championships na Alemanha, o 5º lugar no Sprint, mas principalmente o 4º lugar na distancia longa foram excelentes (não se pode ganhar medalhas sempre), terminamos a época com o 4º lugar no Absoluto (não valeu, mas foi 4º), e mesmo a terminar a época, os mínimos físicos para pertencer ao GAR da FPO na época 2013.

Em 2012 vi também um sonho tornado realidade, ter um evento com o meu nome, e o meu FanClub, deixou-me sem palavras, obrigado a todos.

De pior em 2012, foram as três semana em Agosto sem poder treinar depois da lesão nas costelas.

Para 2013, quero ver se consigo melhor todos os objectivos de 2012, e sei que com o trabalho do meu treinador e com apoio dos meus amigos, vou conseguir.

Em 2012 foram mais de 4000 kms de treino e competição (estão registados 3998 km, WRE e organizações não foram contabilizados)

Dos 3998 kms registados, 574 kms foram de Orientação

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Entrevista ao Orientovar

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Joaquim Margarido é o rosto atrás do Orientovar, o blog de referência da Orientação em Portugal. Joaquim Sousa é a referência da modalidade em si.

Num diálogo de Joaquims, Margarido questiona Sousa sobre o seu historial, o estado da Orientação, das Seleções, e dos objetivos para o resto da Época. Publicada no Orientovar, reproduz-se na íntegra a entrevista concedida por Joaquim Sousa.

 

E público e notório ser Joaquim Sousa uma das maiores referências de sempre da Orientação nacional. Como notório e público é o facto de ser pessoa de não deixar para amanhã o que pode ser dito hoje. Falador, extrovertido, contundente, polémico, irreverente, o homem e o atleta diz de sua justiça ao Orientovar, numa grande entrevista que há muito se impunha.
Orientovar – Do Vinho do Porto se diz que “quanto mais velho melhor” e estou convicto que, em grande medida, este lugar comum pode aplicar-se também a si. O mérito é seu ou é demérito dos seus adversários?
Joaquim Sousa – Comecei a praticar desporto muito tarde, na tropa, já com 21 anos. Talvez isso faça com que o meu organismo esteja ainda muito disponível para a actividade física e o desporto, o que não aconteceria se tivesse começado mais cedo. Se calhar agora estava já um bocadinho mais rebentado e se calhar não andava tão bem. Em termos físicos, acho que as coisas podem passar um pouco por aí. Mas depois há o seguinte: Nós temos treinador e temos que confiar nele. O que ele disser para fazer é o que tem de ser feito. Se ele disser que temos de fazer cinquenta rampas, temos de fazer cinquenta rampas. Mas a verdade é que há muita gente que hoje não lhe apetece treinar e não vai treinar. Na prática, eu sou um atleta que cumpre rigorosamente os planos de treino. É natural que, comparado com outros atletas que não o fazem, o meu rendimento seja superior. Mas a única diferença está aí. Eu cumpro o plano e eles, se calhar, não o cumprem como deviam.
Orientovar – Isso pode explicar a parte física. Mas então a componente técnica? Como é que se explica?
Joaquim Sousa – Felizmente, em 1991, quando estive na tropa, tive uma pessoa que me ensinou a partir do zero o que era a Orientação e que foi o Luís Sérgio. Começámos pela Cartografia – ainda eram mapas na escala 1:25.000 -, eu mostrei muita disponibilidade em termos de me conseguir orientar e assimilei tudo aquilo que me foi ensinado. Na altura não havia tanta informação. Hoje vemos o Thierry Gueorgiou a correr no meio do mato a 3 minutos ao quilómetro, mas não altura não havia isso. A preocupação era sabermos como nos iríamos orientar com aquilo que tínhamos, com os terrenos que tínhamos, com as pernas que tínhamos. E era assim que nos tínhamos de desenrascar. Basicamente, o que o Luís Sérgio construiu em mim em termos técnicos de Orientação foram curvas de nível. Ou seja, fazer uma orientação muito por curvas de nível, não andar por caminhos. Hoje é isso que me vale e talvez seja por isso que consigo fazer um bocado melhor do que os outros.
Estão a esquecer-se que nós não somos profissionais

Orientovar – Esse tipo de ensinamentos está a faltar hoje aos nossos jovens?
Joaquim Sousa – Eu acho que o problema é que os nossos jovens têm informação a mais. Aqueles que procuram que eles evoluam, dão-lhes demasiada informação. São matérias teóricas vistas ou ouvidas dos atletas profissionais, mas estão a esquecer-se que nós não somos profissionais. Se não somos profissionais, como é que querem que treinemos como profissionais? Quando o Diogo Miguel era ainda iniciado, já toda a gente via que ele tinha qualidades para vir a ser um bom atleta. Se ele por acaso tivesse a sorte de sair de Portugal e ir para um país nórdico durante um ano, ele era neste momento, sem dúvida nenhuma, um atleta de final A. Ele é muito bom, claro que é muito bom. Mas falta-lhe aquele bocado que é a Orientação em cima da linha vermelha em zonas muito complicadas. É algo que nós ainda não conseguimos fazer. Ainda sentimos muitas dificuldades na zona dos pontos e é aí que está o nosso maior problema.
Orientovar – Na sua opinião, e no que diz respeito aos nossos jovens, estamos então a andar “com o carro à frente dos bois”?
Joaquim Sousa – Penso que sim. Quando vemos que este ou aquele jovem vai ser um jovem de futuro, começamos logo a dar-lhe o que ele ainda não pediu. Ou seja, em vez de serem os nossos jovens a trabalhar e a mostrar no terreno que merecem ir mais além, não! São-lhes logo dadas todas as oportunidades e mais algumas. E depois, como eles têm aquilo de borla, se calhar não lhes dão valor.
Andamos com as Elites ao colo

Orientovar – Mas isso não é isso que está a acontecer dum modo geral?
Joaquim Sousa - É também o que acontece com os nossos atletas de Elite. Andamos com as Elites ao colo. Ninguém espera que um dos nossos atletas de Elite venha ao POM e ganhe as quatro etapas. Mas o seleccionador devia chegar à beira das nossas Elites e dizer: “Vocês aqui, no POM, têm de ficar os quatro dias à frente do Sousa, porque o Sousa tem 42 anos e vocês têm vinte e poucos. Não é admissível que ele vos ganhe provas”. E aí esses atletas podiam ser atletas de Elite e podiam ser atletas de Selecção. Agora, quando vimos para aqui e temos um atleta de 42 anos que ganha duas provas em quatro e é o melhor português num POM, acho que há aqui qualquer coisa que não bate certo. Meter atletas no grupo A ou no grupo B da Selecção, que são supostamente atletas de topo, se aqui não são bons, como é que vão ser bons num Campeonato do Mundo? Não estou a ver!
Orientovar – Devíamos parar para pensar? Um ano, dois anos?…
Joaquim Sousa – Se calhar, se calhar… Aquilo que aconteceu no ano passado não devia ter acontecido. Não havia atletas de nível para ir à Selecção, não se ia. Mas qual é o problema? Não morre ninguém! Sem os portugueses lá, ia haver Campeonato do Mundo na mesma. Agora, andamos a gastar dinheiro para quê? E depois acontecem coisas como estas que aconteceram: Há uma participação em termos federativos com atletas que são juniores ou que são atletas de segunda categoria, mas que alguém acha que eles vão ser bons atletas e depois levam-nos para a Taça do Mundo, levam-nos para aqui e para acolá e ninguém sabe porquê. Ninguém percebe como é que eles chegaram lá.
Temos de acarinhar quem cá anda e dar o devido valor a quem trabalha

Orientovar – E os resultados são aquilo que se vê…
Joaquim Sousa – Pois claro! Ir lá fora é muito bom, é óbvio. Se me levarem a mim, porreiro, está bem, eu vou. E vou lá fazer igual aos outros. Mas acho que, quem tem a responsabilidade nestas coisas, devia pensar de outra forma, devia de ver quem tinha possibilidades de fazer um bom resultado. Se acham que só o Diogo é que vai fazer um bom resultado, então vamos levar só o Diogo. Agora, só porque temos que levar três, não vamos pegar em dois “besuntas” que andam aí e levá-los com ele. Isso é completamente injusto, principalmente para quem trabalha. Eu, se treino, por exemplo, o meu treinador e o meu clube concerteza gostariam que eu fosse ao Mundial. Se eu no Portugal O’ Meeting, como ficou demonstrado, sou melhor do que os atletas de Elite que nós temos, se calhar as pessoas ficam a pensar porque é que os outros é que vão à Selecção e eu não. Mas porquê? Por ter mais de quarenta anos?
Orientovar - Há atletas que foram medalhados com quarenta e mais anos!…
Joaquim Sousa - Mas em Portugal não se pensa assim! Eu não quero que me dêem nada a mim. Mas sobretudo não quero que me tirem a mim para dar aos outros. Isso é que eu acho mal. Eu trabalho, eu treino e os resultados estão à vista aqui. Fui o melhor português! O meu treinador fica contente, o clube fica contente e eu fico contente mas, ao mesmo tempo, fico triste. É injusto, como já ouvi dizer aí, que eu ganhei pelo facto do Tiago Aires ou do Diogo Miguel não estarem cá. Porque eu também lhes ganho! Se eles estivessem aqui, ninguém diz que eles não iriam fazer um “mp” e eu não iria ser na mesma o melhor português. Temos de acarinhar quem cá anda e dar o devido valor a quem trabalha.
Estão a esquecer-se que a Orientação tem este pequeno pormenor que são os mapas

Orientovar - Para onde caminha a Orientação portuguesa?
Joaquim Sousa – Eu acho que estamos no bom caminho. Em termos organizativos, não temos nada que nos possam apontar. Se perguntarmos a quem quer que seja que venha a Portugal, toda a gente fica encantada. Aliás, nós vamos a uns Campeonatos do Mundo de Veteranos, por exemplo e toda a gente nos dá ainda os parabéns por aquilo que foram os dias do WMOC 2008. Ou seja, em termos organizativos estamos ao nível dos melhores do Mundo. O problema está nas selecções e eu volto a bater na mesma tecla: Ou se tem pessoas idóneas a comandar as Selecções, pessoas que olham para a toda a gente da mesma maneira, ou então não adianta.
Não é como eles agora querem com a questão dos mínimos aos dez quilómetros. Tudo bem. Mas o Mega Figueiredo dá-me quatro ou cinco minutos em dez quilómetros e eu dou-lhe cinco ou dez minutos numa prova de Orientação. Então, mas onde é que está o critério, afinal? Estou a falar no Mega e se calhar estou a falar nos outros. Na prova lá em baixo, ganhei ao Pedro Nogueira, dei-lhe sete minutos. Sete minutos dá-me ele a mim numa prova normal de atletismo. Como é que é possível? É que estão a esquecer-se que a Orientação tem este pequeno pormenor que são os mapas. Temos os mapas e isto não é só correr. Nem mesmo no Sprint. Parece muito simples mas não é!
O problema é que as pessoas não querem que eu ande lá também

Orientovar – Quais os seus objectivos para esta temporada? Passam pela medalha de ouro nos Mundiais de Veteranos na Alemanha?
Joaquim Sousa – Claro! No ano passado, as condições foram todas excelentes. Foi a primeira vez que o Albano e a Palmira foram comigo, ou seja, psicologicamente eu estava no auge. Considero que reajo bem às coisas, mas com companhia sai tudo muito mais fácil. Ter comigo o Albano e a Palmira foi completo, estavam criadas as condições ideais. Eram coisas que só se falavam em privado, mas o objectivo era a medalha no Sprint e ela apareceu. Em termos de objectivos o trabalho estava feito e, quando parti para a Distância Longa, estava descontraído. Corri feliz e satisfeito, acabei por juntar o útil ao agradável e, no final, arrecadei outra medalha. É claro que agora gostava de ir à Alemanha, gostava de ganhar o ouro, mas se calhar também gostava, se alguém tiver direito a ir ao Campeonato do Mundo de Séniores, que olhassem para mim como olham para os atletas que estão no Grupo de Selecção.
Orientovar – O que não tem acontecido…
Joaquim Sousa – Pois não. Temos em Portugal o Tiago Aires e o Diogo Miguel que são, para mim, os melhores atletas nacionais, sem dúvida nenhuma, e são os únicos que têm valor para ir à Selecção. A seguir a eles temos um grupo de seis ou sete atletas, bastante homogéneo, onde eu me incluo claramente. Aqui temos o Miguel Silva que, devido às suas aptidões físicas, pode estar um bocadinho à frente dos outros e talvez também possa merecer um lugar na Selecção. Mas depois o Tiago Romão é muito incerto, tanto pode fazer uma ou duas provas muito boas como pode não fazer nada de jeito. Quanto ao resto do grupo, eu não me excluo porque acho que tenho muito mais valor do que alguns que lá andam. O problema é que as pessoas não querem que eu ande lá também. Ou porque não sou do clube certo, ou porque não sou treinado pela pessoa certa, ou porque se calhar falo muito, ou porque sou velho… O problema é que, chegada a hora da verdade, as provas são muito complicadas e os resultados estão à vista.
Se eu ganho, a idade é secundária

Orientovar – E a nível interno?
Joaquim Sousa – Ter chegado ao final da Taça de Portugal 2011 em terceiro lugar na geral do ranking já foi muito bom e vou lutar para conseguir manter essa posição. O objectivo, claro que passa sempre por alcançar um título ou, pelo menos, imiscuir-me no pódio, tal como aconteceu no ano passado, onde fui Vice-Campeão de Distância Longa e Campeão de Estafetas. E tentar o título ibérico.
Orientovar – Até quando um Joaquim Sousa a este nível?
Joaquim Sousa – Eu trabalho para o Clube e tenho um treinador. Quando o meu treinador disser que está na altura de passar a correr no escalão H35 ou H40, eu vou correr no H35 ou no H40. Mas enquanto ele achar que eu estou bem fisicamente e em termos técnicos e enquanto os nossos jovens não valerem mais do que aquilo que valem, eu vou continuar assim. Se eu ganho, a idade é secundária e o que interessa são os resultados. Pelo menos para o clube. Agora é assim: Quando aparecerem dez jovens que me ganhem, tenha eu 43 ou 45 anos, se calhar deixa de fazer sentido andar na Elite. Mas enquanto isso não acontecer, podem contar comigo!


Joaquim Sousa – Curriculum

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Curriculum Vitae

JOAQUIM GONÇALVES SOUSA, solteiro, portador do Cartão de Cidadão nº. 10418631, valido até 24/08/2017, residente na Rua de Penelas Nº 54, freguesia de Galegos (Santa Maria), 4750-470 Barcelos.

 

Habilitações Literárias

12.º Ano de Escolaridade.  


Data de Nascimento

26 de Agosto de 1970.

                               

E-Mail: jqsousa@gmail.com    <!–[if !vml]–><!–[endif]–> 

                                    

Militar incorporado em 05 de Agosto de 1991, tendo passado à situação de disponibilidade em 03 de Abril de 2000.

-                     Frequentou e concluiu com Aproveitamento, o 94º. Curso de “Comandos”, em 1991;

-                     Frequentou e concluiu com Aproveitamento, o 176º. Curso de “Pára-Quedista Militar”, em 1993;

-                     “Brevet” de Pára-Quedismo alemão em 1994;

-                     “Brevet” de Pára-Quedismo belga (saltos em balão) em 1995.

Profissionalmente;

Trabalhou na FPO em 2000 (Programa ocupacional)

Trabalhou na InCreate (apoio a telecomunicações) de 2000 a 2013

Trabalha na Wondercom dês-de Julho de 2013

                                          

Inscrito na Federação Portuguesa de Orientação desde 09 de Novembro de 1994, como atleta federado, com a Licença nº. 1281, tendo representado os seguintes Clubes:

-                     A “Associação de Comandos”, nas épocas 92/93, 93/94, 94/95, 95/96 e 96/97;

-                     O “Lusitano Ginásio Clube” (Évora), nas épocas 97/98, 98/99, 99/00 e 00/01;

-                     A Associação dos Deficientes das Forças Armadas, na época 01/02;

-                     O Clube de Orientação do Centro”, nas épocas 02/03, 03/04, 04/05, 05/06, 06/07, 07/08, 08/09, 09/10, 2011, 2012, 2013,


Inscrito na Federação Portuguesa de Atletismo de 1999 a 2002, sendo atleta do Clube Operário Desportivo (Açores).

Inscrito no INATEL de 2002 a 2006, sendo atleta do União Recreativa e Cultural Avelãs de Cima (Anadia).

Representa a equipa de Trail, Team Inov8-Portugal dês-de 2013

                              

Destacam-se, pela sua relevância, os seguintes resultados desportivos alcançados:

TRAIL

-           11º na Ultra Trail Amigos da Montanha em 2010

-           Vencedor em H40 do Cross Laminha 2011, 2013

-           Vencedor do Luso Trail – Assalto ao Bussaco (10 km) 2013

-           Vencedor do Trail Serra da Freita 2013

-           Vencedor por equipas (COC) no Cross Laminha em 2011, 2013.

-           Vencedor por equipas nos Trilhos Loucos da Reixida em 2013,

-           2º por Equipas nos Trilhos Paleozóico 2013

-           2º na Geral no Trail dos Abutres 2012

-           2º em H40 no Trail Amigos da Montanha 2012

-           2º em H40 nos Trilhos Loucos da Reixida 2013

-           3º na Geral no Trail Amigos da Montanha 2012

-           3º na Geral no Cross Laminha 2013

-           3º em H40 nos Trilhos Paleozóico 2013

-           3º em H40 no Trail dos 4 Caminhos 2013

-           4º na Geral no Cross Laminha 2011

-           4º na Geral do Trail dos 4 Caminhos 2013

-           5º na Geral no Trail dos Abutres 2013

-           6º na Geral no Trail de Alvelos 2012

-           7º nos Trilhos Paleozóico 2013

-           14º na Geral do Trail do Sicó 2013

-           14º na Geral dos Trilhos Loucos da Reixida 2013

ORIENTAÇÃO

Individual

-        Medalha de Prata em Sprint em M40 no WMOC 2011 em Pécs Hungria

-        Medalha de Prata em Sprint em M40 no WMOC 2013 em Sestriere Itália

-        Medalha de Bronze na Distancia Longa em M40 no WMOC 2011 em Pécs Hungria

-        4º Classificado no Sprint em M40 no WMOC 2012 em Bad Harzburg Alemanha

-        5º. Classificado no Sprint em M35 no WMOC 2009 em Sidney Australia

-        5º Classificado no Sprint em M40 no WMOC 2010 em Neuchatel Suiça

-        5º Classificado na Distancia Longa em M40 no WMOC 2012 em Bad Harzburg Alemanha

-        6º Classificado na Distancia Longa em M35 no WMOC 2009 em Sidney Australia

-         Campeão, em seniores masculinos, na Taça dos Países Latinos, em 1999;

-         Campeão, em seniores masculinos, no Campeonato Ibérico, em 2000;

-         Campeão, em H 40, no Campeonato Ibérico, em 2011, 2012,

-         Campeão, em seniores masculinos, de Distância Média no Campeonato Ibérico, em 2000;

-         Campeão, em veterano masculinos I, de Sprint no Campeonato Ibérico, em 2008, 2009, 2010

-         Campeão, em veterano masculinos I, de Distância Média no Campeonato Ibérico, em 2008, 2010

-         Campeão, em veterano masculinos I, de Distância Longa no Campeonato Ibérico, em 2008, 2010

-         Vencedor da Taça de Portugal, no escalão H21E, nas épocas 98/99, 99/00, 00/01;  

-         Campeão Nacional de Sprint, em seniores masculinos, na época 04/05;  

-         Campeão Nacional de Distância Média, em seniores masculinos, nas épocas 96/97, 97/98, 98/99, 99/00, 00/01, 01/02;

-         Campeão Nacional de Distância Longa, em seniores masculinos, nas épocas 97/98, 98/99, 99/00, 00/01, 02/03;  

-         Campeão Nacional de Distância Ultra-Longa, em seniores masculinos, nas épocas 03/04 e 04/05;

-         Campeão Nacional de Estafetas, em seniores masculinos, nas épocas 93/94, 96/97, 97/98, 98/99, 99/00, 00/01, 01/02, 03/04, 08/09, 2011,

-        Campeão Nacional de Distância Longa, em H40, na época 2013

-        Campeão Nacional de Sprint, em H40, na época 2013

-        Campeão Nacional de Estafetas, em VET1 na época 2012

-         Vencedor, em seniores masculinos, do Troféu Regularidade, na época 02/03;

-         Vencedor, em veteranos masculinos, do Troféu Regularidade, na época 04/05 e 05/06;  

-         Campeão, em seniores masculinos, do Ranking Regional Norte, nas épocas 00/01, 01/02, 02/03, 03/04, 04/05, 05/06, 06/07, 07/08, 08/09,

-         Campeão, em seniores masculinos, do Ranking Regional Sul, na época 00/01;

-         Campeão Regional Norte de Estafetas, em seniores masculinos, na época 03/04;

-         Vencedor do Troféu do COC “Atleta do Ano”, na época 02/03; 

-         Campeão da  6 relay em 2009

-         2º. Classificado da Taça de Portugal, no escalão H21E, nas épocas 97/98, 01/02, 02/03, 03/04, 04/05;  

-         Vice-Campeão Ibérico, em seniores masculinos, nas épocas 02/03, e 03/04;  

-         Vice-Campeão Ibérico, na Distancia Media em veteranos masculinos, na época 09/10

-         Vice-Campeão Ibérico, na Distancia Longa em veteranos masculinos, na época 09/10

-         Vice-Campeão Nacional de Sprint, em seniores masculinos, nas épocas 98/99, 01/02, 02/03, 03/04, 06/07,

-         Vice-Campeão Nacional de Distância Média, em seniores masculinos, nas épocas 02/03, 04/05;  

-         Vice-Campeão Nacional de Distância Longa, em seniores masculinos, nas épocas 01/02, 03/04, 04/05, 2011,

-         Vice-Campeão Nacional de Distância Ultra-Longa, em seniores masculinos, na época 05/06

-         Vice-Campeão Nacional de Estafetas, em seniores masculinos, na época 02/03;

-         2º. Classificado no World Ranking Event Coupe des Pays Latins – Latinum Certamen

-         2º. Classificado no Portugal “O” Meeting, no escalão H21E em 1998, 2001, 2004;  

-         2º. Classificado do Troféu do COC “Atleta do Ano”, na época 03/04;  

-         3º. Classificado da Taça de Portugal, no escalão H21E, nas épocas 05/06, 06/07, 2011, 2012,

-         3º. Classificado na Taça dos Países Latinos, em seniores masculinos, em 2003;  

-         3º. Classificado no Campeonato Nacional Absoluto, em masculinos, nas épocas 03/04, 04/05, 06/07;

-         3º. Classificado no Campeonato Nacional de Distância Ultra-Longa, em seniores masculinos, na época 02/03;

-         3º. Classificado no World Ranking Event 5 Days on the Beach;  

-         3º. Classificado no Campeonato Nacional de Estafetas, em seniores masculinos, na época 95/96, 06/07.

-         3º. Classificado no Campeonato Nacional de Distancia Longa, em seniores masculinos, na época 06/07, 07/08,

-         3º. Classificado no Campeonato Nacional de Distancia Media, em seniores masculinos, na época 06/07, 07/08,

-         3º. Classificado no Campeonato Nacional de Sprint, em seniores masculinos, na época 07/08,


Por Clubes

“Lusitano Ginásio Clube”

-         2º. Classificado da Taça de Portugal, no escalão H21E, na época 00/01.

-         3º. Classificado da Taça de Portugal, no escalão H21E, nas épocas 97/98.

-         Campeão Nacional de Distância Longa, em seniores masculinos, nas épocas 97/98, 98/99, 99/00 e 00/01.

-         Campeão Nacional de Distância Média, em seniores masculinos, nas épocas 97/98, 98/99, 99/00 e 00/01.

-         Campeão Nacional de Sprint, em seniores masculinos, nas épocas 98/99 e 00/01.  


Associação dos Deficientes das Forças Armadas

-         2º. Classificado da Taça de Portugal, no escalão H21E, nas épocas 01/02.

-         Campeão Nacional de Distância Longa, em seniores masculinos, na época 01/02.

-         Campeão Nacional de Distância Média, em seniores masculinos, na época 01/02.

-         Campeão Nacional de Sprint, em seniores masculinos, na época 01/02.


Clube de Orientação do Centro

-         Vencedor da Taça de Portugal, nas épocas 02/03, 03/04, 04/05, 07/08, 08/09

-         Campeão Nacional de Distância Ultra-Longa, em seniores masculinos, nas épocas 02/03, 05/06,

-         Campeão Nacional de Distância Média, em seniores masculinos, na época 06/07, 07/08,

-         Campeão Nacional de Sprint, em seniores masculinos, na época 07/08,

-         Campeão Nacional de Estafetas, em seniores masculinos, na época 02/03, 07/08, 2011,

-        Campeão Nacional de Estafetas, em Veteranos masculinos 1, na época, 2012,

-         Campeão Nacional Absoluto, nas épocas 08/09, 09/10,

-         2º. Classificado da Taça de Portugal, na época 05/06,

-         Vice-Campeão Nacional de Distância Ultra-Longa, em seniores masculinos, na época 04/05,

-         Vice-Campeão Nacional de Distância Longa, em seniores masculinos, nas épocas 02/03, 04/05, 2011,

-         Vice-Campeão Nacional de Distância Média, em seniores masculinos, na época 05/06,

-         Vice-Campeão Nacional de Sprint, em seniores masculinos, na época 05/06,

-         3º. Classificado no Campeonato Nacional de Distancia Longa, em seniores masculinos, na época 05/06,

-         3º. Classificado no Campeonato Nacional de Distancia Media, em seniores masculinos, na época 02/03,


Para aceder à classificação actual no International Orienteering Federation (IOF) World Ranking.

O IOF World Ranking System Identifier de Joaquim Sousa é POR13.

 


Integrou as Selecções Nacionais de Portugal, nas seguintes competições:

                             

-         Campeonato do Mundo: 1999 (Inverness / Escócia), 2003 (Rapperswil/Jona / Suiça), 2004 (Västerås, Sweden,    2006 (Aarhus / Dinamarca), 2007 (Kiev /      Ukrania)

-         Campeonato da Europa; 2010 (Primorsko/Bulgaria)

-         Orienteering World Cup: 1998 (Event 5, 20-24 Julho, Gävle / Suécia); e 2005 [1-3 Maio, Surrey Hills / Inglaterra;

-         Campeonato Ibérico: 1993 (Entre-os-Rios), 1995 (Corunha / Espanha), 1998 (Estarreja), 1999 (Granada / Espanha), 2000 (Santo Tirso), 2001 (Valladolid / Espanha), 2002 (Leiria) e 2003 (Las Lagunas – Archidona e Loja / Espanha), 2005 em (Sevilha/Espanha), 2006 em Vila Real (Sabrosa), 2007 em Malaga (Espanha), 2008 em (Idanha a Nova), 2009 (Toledo) Espanha, 2010 (Leiria).

-         Taça dos Países Latinos: 1999 (Santiago de Compostela – Espanha) e 2003 (Caylus – França).

Participou nas seguintes provas internacionais:

                    

-         “O-Ringen – 5 dias da Suécia”, em 1998 (Gävle);

-         “5 Jours de France”, em 1999 (Bordéus);

-         “Campeonatos Nacionais de Espanha”, em 2000 (Cadiz);

-         “Botas Bysocina Cup”, em 2000 (República Checa);

-         “6 Giorni Italo-Svizzera”, em 2001 (Suíça e Itália);

-         “Jogos de Outono”, em 2002 (Espanha);

-         “Jonathermál Hungária Kupa 2002”,em 2002 (Hungria);

-         “Campeonatos Nacionais de Espanha”, em 2003 (Soria);

-         “5 Jours de France”, em 2003 (Bordéus). 

-         “WMOC” 2006 (Áustria)

-          “OO Cup” em 2007 (Eslovénia)

-          “6 Jours de France”, em 2008

-          “WMOC” 2008 (Portugal)

-          “WMOC” 2009 (Australia)

-          “5 dias do Brasil” em 2010

-          “WMOC” 2010 (Suiça)

-           “WMOC” 2011 (Hungria)

-           “O” Festival 2011 (França)

-           Campeonato Ibérico 2011 – Alicante (Espanha)

                                                                     

Em termos de Orientação, possui também a seguinte formação (cursos frequentados e concluídos com Aproveitamento):

                                     

-         “Curso de Treinadores de Orientação – Nível I”, realizado nos períodos de 20 a 23 de Novembro de 1998 e 11 a 13 de Dezembro de 1998;

-         “Curso de Cartografia – Nível II ”, realizado no período de 29 de Maio a 16 de Junho de 2000;

-         “Curso de traçador de percursos”, realizado no período de 07 e 08 de Setembro de 2002;

-         “Curso de Juiz Controlador – Nível Nacional”, realizado no período de 21 e 22 de Setembro de 2002.



Destacam-se ainda os seguintes resultados em termos militares:

                                    

ORIENTAÇÃO

                                 

Individualmente

-         Campeão do CTAT em 1993, 1995, 1998 e 1999;

-         Campeão do Exército em 1995 e 1998;

-         Campeão das Forças Armadas em 1996, 1998 e 1999;  

-         Apurado para a Final A dos 2ºs. Jogos Mundiais Militares (Zagreb, Croácia) em 1999;

-         Vice-Campeão do GML em 1993 e 2000;

-         Vice-Campeão do CTAT em 1994;

-         Vice-Campeão do Exército em 1999;

-         3º. Classificado no Exército em 1993 e 1997;

-         3º. Classificado nas Forças Armadas em 1997.

                                      

      Por Equipas

-         Campeão por equipas do CTAT em 1993, 1994, 1995, 1998 e 1999;

-         Campeão por equipas do GML em 1993;

-         Campeão por equipas do Exército em 1993, 1994 e 1995;

-         Campeão por equipas das Forças Armadas em 1994, 1995, 1996, 1997, 1998 e 1999;

-         Vice-Campeão por equipas das Forças Armadas em 1993;

-         Vice-Campeão por equipas do Exército em 1998 e 1999;

-         3º. Classificado por equipas do Exército em 1999;

-         3º. Classificado por equipas do GML em 2000;

-         Campeão de Estafetas do CTAT em 1994;

-         Campeão de Estafetas do GML em 2000;

-         Campeão de Estafetas do Exército em 1993;

-         Campeão de Estafetas das Forças Armadas em 1994, 1996 e 1999;

-         Vice-Campeão de Estafetas do CTAT em 1993, 1995, 1998 e 1999;

-         Vice-Campeão de Estafetas do GML em 1993;

-         Vice-Campeão de Estafetas do Exército em 1994, 1995 e 1998;

-         Vice-Campeão de Estafetas das Forças Armadas em 1997 e 1998;

-         3º. Classificado de Estafetas das Forças Armadas em 1993.

                        

Integrou a Selecção Nacional Militar de Orientação nas seguintes competições:

                           

-         CISM (“Conseil Internacional du Sport Militaire”):

        -         Em 1994 (Polónia)

        -         Em 1996 (Rússia)

        -         Em 1997 (Espanha)

        -         Em 1998 (Suíça)

        -         Em 1999 (Zagreb, Croácia – 2ºs. Jogos Mundiais Militares) 


ATLETISMO

                     

Estrada

                          

(pelo COD, Clube Operário Desportivo)

-         10º. Classificado na “São Silvestre dos Açores” em 1999 (São Miguel);

-         Vice-Campeão por equipas na “São Silvestre dos Açores” em 1999;

-         Vice-Campeão no “Grande Prémio do Santa Clara” em 2000;

-         3º. Classificado na corrida “Água de Pau / Lagoa” em 2000;

-         Campeão por equipas na corrida “Água de Pau / Lagoa” em 2000;

-         41º. Classificado no “Grande Prémio do Núcleo da Silva ” em 2000;

-         85º. Classificado no Campeonato Nacional de Estrada em 2000;

-         11º. Classificado no “Grande Prémio do Barcelos Popular” em 2000.

                           

Pista

(pelo COD, Clube Operário Desportivo)

      Apuramento para os Nacionais – Lisboa – Estádio Universitário

-         7º. Classificado nos 5.000 metros com o tempo de 15m42s em 1999 (Recorde pessoal).

                       

      Nacionais de pista da 2ª. Divisão – Viseu – Estádio do Fontelo

-         Vice-Campeão por equipas em 2000;

-         Campeão por equipas em 2001.

                       

      Nacionais de pista da 3ª. Divisão – Viseu – Estádio do Fontelo

-         3º. Classificado nos 5.000 metrosem 1999.

                           

      Campeonato Regional dos Açores – Estádio das Laranjeiras – São Miguel

-         Campeão Regional por equipas em 1999 e 2000;

-         Campeão Regional nos 3.000 metros Obstáculos em 2000.

                         

Outras Participações

-     5.000 metros (Açores) em 1999.

                      

INATEL

      (pela URCAC – União Recreativa e Cultural de Avelãs de Cima)

                       

Equipas

                                

-         Campeão Nacional de estafetas em 2002;

-         Vice-Campeão Nacional de estafetas em 2003;

-         Equipa vencedora da São Silvestre de Coimbra em 2002;

-         Campeão por Equipas no Campeonato Nacional de Rampa em 2003;

-         Vice-Campeão Nacional por Equipas no Corta-Mato em 2003;

-         3º. Classificado por Equipas no Campeonato Nacional de Estrada em 2003. 

 

 

 

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