Geral

Medalha

Marathon des Chateaux du Medoc 2018

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Tal como indica o titulo desta noticia, realizou-se no passado sábado dia 8 de Setembro a 34ª edição da Maratona dos Castelos de Medoc.

Esta maratona tem uma característica única, logo para começar a organização da o mote os participantes vão mascarados conforme o “tema”, e alem dos abastecimentos “normais” esta corrida tem vinho (muito vinho), cerveja, alem de muita comida, entres os quais, ostras, carne assada, fruta, queijos e gelados, já para não falar da animação e grupos musicas a cada km, são 42 km de festa pelas ruas, vinhas e castelos da zona de Medoc.

Há muitos anos que tinha como “sonho” esta participação, que o mais difícil é conseguir uma inscrição, já que o limite são 8500 atletas (bobedolas).

Em 2013 consegui ser inscrito, mas infelizmente fui operado antes da prova e por isso não pude participar, já este ano participei e depois de muitos copos de vinho tinto e cerveja consegui chegar ao final dentro do tempo limite (06.30), tempo que para quem apenas quer correr é mais que suficiente, mas muito curto para a maioria dos participantes que vão para desfrutar desta prova única no mundo.

Tal como esperado esta participação foi mesmo um sonho, tudo também graças ao excelente grupo o qual fui inserido.

Para mais informações, https://www.marathondumedoc.com/

Team “MIMO” – Inês João, Paulo Adriano, Joaquim Sousa, Gildo Silva, Albano João, Mané Almeida e Paulo Santos (Fantastic Team)

Percurso da competição.

Radio Barcelos

Entrevista Radio Barcelos

No passado dia 03 de Março, passou na Radio Barcelos uma entrevista gravada uns dias antes no Parque da Cidade De Barcelos.

Para poderem ouvir a entrevista (sem pis), acedam a este link e desçam até ao dia 03 de Março.

 

Obrigado a Radio Barcelos na pessoa da Cristina Barbosa (entrevistadora) por esta oportunidade de poder falar um pouco mais desta modalidade “Orientação”.

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Época 2017 – Rescaldo Desportivo

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Antes de mais quero agradecer a todos pelo apoio que demonstraram durante esta época de 2017, não foi um ano fácil em termos físicos, mas o vosso apoio tornou tudo mais simples e assim consegui alcançar todos os objectivos desportivos a que me propus no início da época. O meu obrigado a todos, sem excepção.

Objectivos,

1) Poder fazer o máximo de provas possíveis da Taça de Portugal de Orientação Pedestre, e se possível correr sem dores no tendão operado já la vão três anos.

2) Conseguindo treinar e competir sem (muitas) dores.

3) Conseguir o máximo de títulos possíveis no meu escalão (H45). (não participei nos Campeonatos  Longa e Sprint)

4) Participar no máximo de provas do circuito Portugal City Race.

5) Participar no Circuito City Race Euro Tour e conseguir fazer no mínimo quatro etapas (mínimo de etapas que contam para o ranking final). Felizmente consegui fazer as quatro etapas, Paris – 1º class. Porto – 2º Class. Barcelona – 1º class e Bilbao – 8º class.

Enfim, tudo que me propus para 2017 consegui fazer, e consegui fazer com êxito, embora a parte da dor no tendão ainda esteja longe de ficar ultrapassada.

Vencedor da Taça de Portugal de Orientação Pedestre em H45.

Campeão Ibérico em H45.

Campeão Nacional de Distancia Media em H45.

Vencedor do Circuito “City Race Euro Tour” em VET1.

Vencedor do Circuito Portugal City Race em VET1.

Só me resta “voltar” aos agradecimentos.

Obrigado Serfisio – Barcelos pelo apoio físico e moral e pelo apoio na inscrição de algumas provas de Orientação e trail, não esquecendo o principal que é a minha recuperação, foi fundamental nos títulos alcançados. Estamos juntos para 2018, obrigado.

Obrigado ao Joaquim Pinto – Artesão de Barcelos e de Galegos Santa Maria, pelos mimos que foram os galos com íman que eu tão orgulhosamente entreguei em, Londres, Porto, Barcelona e Bilbau, galos que “voaram” para Inglaterra, Espanha, Japão, Peru, Mexico, França, Bélgica, Portugal, Brasil, e Cuba.

Obrigado a “família” COC pelo apoio incondicional.

Obrigado aos Jornais, Barcelos Popular, Jornal de Barcelos e Correio do Minho, pela divulgação das noticias.

Um Obrigado Especial ao Jornal Online “Barcelos na Hora” pela incansável divulgação dos meus resultados e pela excelente divulgação de todo o desporto em geral.

Só me resta desejar a todos Boas Festas e um 2018 cheio de Vitórias.

fpo

Baú da nossa memória (iniciativa FPO)

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Joaquim Sousa e a sua aventura na TPL de 1999 Sou o Joaquim Sousa.

Sou natural de Galegos Santa Maria, uma das muitas freguesias do concelho de Barcelos. Embora federado apenas em 1994, sou atleta de Orientação desde 1992 e tive conhecimento e primeiro contato com a modalidade em 1991, durante o Curso de Comandos.

A convite da FPO, venho contar uma curta história desse longo percurso de 25 anos de Orientação, repleto tanto do distinto como do banal, contribuindo assim para o Viver Orientação: Baú da nossa Memória.

Joaquim Sousa e a sua aventura na TPL de 1999.

Joaquim Sousa e a sua aventura na TPL de 1999
Sou o Joaquim Sousa. Sou natural de Galegos Santa Maria, uma das muitas freguesias do concelho de Barcelos. Embora federado apenas em 1994, sou atleta de Orientação desde 1992 e tive conhecimento e primeiro contato com a modalidade em 1991,durante o Curso de Comandos. A convite da FPO, venho contar uma curta história desse longo percurso de 25 anos de Orientação,repleto tanto do distinto como do banal, contribuindo assim para o Viver Orientação: Baú da nossa Memória. O que venho partilhar aconteceu em Espanha, na Corunha, em 1999, aquando da Taça dos Países Latinos daquele ano, naquele que foi o meu primeiro (e único) título internacional pela Seleção Nacional. Até há uns anos atrás, Portugal participava na Taça dos Países Latinos, uma competição de Orientação na qual os melhores e as melhores atletas, Juvenil, Júnior e Sénior (1 masculino e 1 feminino de cada escalão) de Portugal, Espanha, França, Bélgica, Itália, Roménia disputavam o Título de Campeão Latino. Em Portugal, os atletas selecionados para esse evento eram os vencedores do ranking da época anterior. Só os vencedores tinham portanto o privilégio de representar Portugal nesta competição. Nesse ano finalmente calhava-me a mim, pois tinha cumprido a regra, de facto. Com efeito, mesmo que tenha mostrado que era o melhor atleta nacional dois-três anos anteriores, não podia participar naquela competição, pois “diz a regra que quem vai é o vencedor do ranking e ponto final”, para usar as palavras do Diretor Técnico Nacional da altura. Abro um parenteses para explicar que à época o sistema de pontuação era diferente, sendo que as provas ‘internacionais’ davam pontos a dobrar para o ranking. Sucede que na altura havia atletas que corriam muito e que acabavam por aproveitar as boleias para arrecadar pontos a dobrar para o ranking. Mas viajemos para a Corunha, para edição de 1999 da Taça dos Países Latinos. No deslocamento da comitiva fui o último a iniciar a viagem, pois só entrei na carrinha da FPO em Braga. No primeiro dia de competição fui segundo classificado, perdendo 5 segundos apenas para uma jovem promessa francesa, de seu nome Tierry Geourgeou, mas adiante do também jovem promissor belga Fabien Pasquasy.
No segundo dia comecei bem a prova. Lembro-me bem de numa opção do percurso ver pegadas e pensar “estou a fazer boa opção, os outros atletas também passaram por aqui”. Acontece que essa opção me levou na direção de um rio. Era novembro. O rio levava muita água. Não havia outra solução que não atravessar, tanto mais que o ponto de controlo seguinte era uns 50 metros depois do rio. Ainda estudei o mapa, mas não vi nenhuma ponte ou passagem. Olhei para montante e jusante, mas também não vi ponte ou passagem. Atravessei! Com a água pelo peito, a minha maior preocupação era manter o mapa e o cartão de controlo fora da água.
Quando cheguei à outra margem fui assaltado por um pensamento: “tanta pegada do outro lado, e agora não se vê pegada nenhuma deste lado!?” Quando vi o ponto de controlo voltei-me a concentrar e esqueci esse assunto – só não esqueci mais depressa porque demorei a aquecer com o frio que estava.
No final da prova, quando conversava com o resto da comitiva nacional, critiquei por a organização obrigar os atletas a atravessar um rio tão perigoso, ainda para mais com um frio como o que estava. Todos me responderam que tinham utilizado a ponte para atravessar. Claro que contrapus que tal ponte não existia. Mas depois de ver no mapa deles verifiquei que afinal havia uma ponte. Porque é que eu não a tinha visto? Fui ver o meu mapa e lá estava ela, escondida, um centímetro depois da dobra do mapa. Sim, tenho o hábito de dobrar o mapa de maneira que fique apenas um ou dois pontos de controlo visível. Estava explicada a razão de não ter visto as pegadas do outro lado do rio. Os restantes atletas correram uns 150 metros ao longo do rio para passar na ponte. Devia ter feito o mesmo, sempre era melhor que correr gelado depois de sair da água. Mas não há prova molhada que não seja abençoada, como diz o famoso adágio popular. Venci o segundo
dia por uma margem de cinco minutos. No final fui coroado grande vencedor da Taça dos Países Latinos 1999, naquele que foi o primeiro título deseleções para Portugal.
Enquanto para todos os portugueses havia um título para festejar, estranhamente para mim era apenas mais uma vitória, igual a dezenas outras que já tinha conquistado. Só nos meses seguintes, depois de inúmeras felicitações e de ter sido nomeado para Atleta do Ano junto da Confederação do Desporto de Portugal, é que tive a real noção do feito alcançado.

Autor: Joaquim Sousa
Baú da Nossa Memória

Contra Relogio

Corrida Contra Relógio Escadório Bom Jesus – Verão 2016 (video da prova)

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Ontem sábado dia 02 de Julho fui até Braga para participar no Contra Relógio do Escadório do Bom Jesus, foram 566 degraus, 615 metros de cumprimento com 116 metros de desnível.
Há muito tempo que queria participar mas devido ao meu problema físico apenas consegui participar desta vez.
Fiz o 8º tempo da geral (classificação única) com 04,58 minutos muito longe do vencedor que fez 03.50 minutos, para primeira vez e sem muito treino esteve bom, quase de certeza que na corrida de Outono (fazem 4 corridas por ano, primavera, verão, outono e inverno) farei melhor.

Podem ver o filme da minha prova em aqui.

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