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Lisbon International Orienteering Meeting 2016

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No fim de semana de 30 e 31 de Janeiro de 2016 o CPOC (Clube Português de Orientação e Corrida) realizou na zona de Lisboa e Sesimbra o LIOM (Lisbon International Orienteering Meeting), sendo que a minha participação ficou-se apenas pela prova de distancia longa realizada no Domingo dia 31 em Sesimbra no mapa Lagoa/Meco.

Sem poder treinar durante toda a semana (efeito das três etapas do Campeonato Ibérico), esta prova foi feita com algum sofrimento e com mais erros que o esperado.

Comecei a prova com algumas cautelas, sendo que a minha maior preocupação era conseguir manter um ritmo que me permitisse correr até ao final.

O primeiro grande erro foi no 7º ponto, achei o ponto simples mas já na zona não vi a baliza, como fui a confiança fiquei sem saber se estava a esquerda ou a direita do ponto e afinal depois de perceber qual tinha sido o meu erro, dei com a baliza enfiada dentro do buraco…

No 10º ponto segui pelo caminho errado já junto ao ponto o que fez com que atacasse mal o ponto.

No 13º ponto, mais uma vez fui com excesso de confiança, teoricamente um ponto de controlo a meia encosta (e com encosta pequena), é um ponto que se veria sem dificuldades, então fui a confiança e já na zona olhei e não vi ponto algum mais uma vez tentei perceber qual o meu erro (não podia ser muito grande pois a ultima vez que tinha visto o mapa e escolhido o ponto de ataque tinha sido a uns 30 ou 40 metros do local onde supostamente estaria o meu ponto de controlo. O que é certo é que onde eu estava tinha lá um ponto de controlo mas não era o meu, o que era muito estranho pois a zona onde eu estava era pequena para ter dois pontos de controlo, fiquei momentaneamente desorientado e mais uma vez sem saber se me encontrava a direita ou esquerda do ponto, pensei voltar para traz, mas depois de voltara a olhar bem para o mapa vi que se corresse para Este até ao caminho eu era obrigado a tropeçar no ponto. Qual o meu espanto quando chego perto do caminho e não vejo ponto nenhum, para mim era impossível isso estar a acontecer (na minha cabeça milhões de pensamentos se cruzavam, como era possível?????, onde eu estaria??????, como era possível eu errar um ponto daquela maneira????, onde eu estaria se afinal a encosta não era aquela??????, como falhei um azimute a apenas 20 ou 30 metros??????, mas afinal onde eu estava ao certo???? olhei para o mapa, fiz uma visualização dos meus passos, o caminho era aquele, a encosta era aquela, eu tinha de estar em cima do ponto, depois la vi atletas a ir a sensivelmente uns 5 metros de mim e a ir a um buraco na parte de cima da encosta controlar o ponto… Mais uma vez uma armadilha, eu estava numa pequena depressão, mas a baliza estava numa pequena depressão que me pareceu ter sido escavada recentemente. 

Depois deste erro desmotivei e o cansaço fez o resto, enfim, gostei do mapa e do percurso e fiquei com pena de não conseguir fazer as duas etapas de Sábado mas prometo que numa próxima prova nesses mapas tentarei não faltar.

Mapa no DOMA

FPO_web

Federação Portuguesa de Orientação 25 anos

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Para quem não viu.

Medalha 2013

Feliz ano de 2015

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Ola amigos e amigas seguidores desta pagina.
Antes de falar deste ano que termina hoje, quero desde ja desejar um dia feliz para todos e que 2015 seja a realização de todos os vossos desejos.
Este ano que termina é sem duvida para mim (Joaquim Sousa) o pior ano desportivo de sempre, não pelos resultados (esses a muito que deixaram de ter relevância) mas pelo facto de ser obrigado a deixar de estar com os meus amigos e depois por me ter incapacitado de poder fazer o que gosto, Orientação (desporto).
Ano passado (2013) depois do WMOC em Agosto decidi parar com a ideia que uns tratamentos me deixariam voltar a treinar sem dores no tendão direito, dor essa que já vem dês de a uns 5 anos atrás.
Nesse mês de Agosto fiz tratamento por ondas de choque mas o resultado foi nulo, depois de vários tratamentos as calcificações eram exactamente as mesmas.
Resolvi fazer exames e ser operado pela caixa (Serviço Nacional de Saúde), em Janeiro comecei os exames e em Junho foi-me dado o veredicto, tinha realmente cerca de 3 cm de calcificações no tendão de Aquiles, mas o ortopedista que durante 6 meses me mandou fazer exames não me ia operar pois não queria correr riscos (palavras dele).
Decidido a acabar com esta dor no pé que ja me impedia de andar bem resolvi falar com o Dr Paulo Amado e 15 dias depois estava a ser operado.
Infelizmente e depois de 3 meses de fisioterapia as dores eram piores que antes de ser operado por isso depois de um TAC e de serem detectadas a continuação das calcificações a solução passou por uma segunda operação mas desta vez com o corte total do tendão (para limpar totalmente) e com a colocação de uma ancora (ancora = algo artificial que agora esta a colar o tendão ao osso do pé).
E foi assim meus amigos.
Agora estou em recuperação (descanso completo) e dia 5 de Janeiro terei consulta para poder começar novamente com a fisioterapia, por isso espero poder ir ao POM (ver os amigos, só isso e juliar o Banito, claro), espero que corra tudo bem para poder voltar a semear a discórdia por essas florestas foras, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

A todos um excelente dia e um ano de 2015 cheio de tudo que ha de melhor…

Medalha 2013

2013, o ano zero

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Bom dia

Desta vez o rescaldo do ano que vai terminar não é nada do que tinha pensado até a bem pouco tempo, sendo que os objectivos para 2014 vão ficar em stand by até ser debelada a lesão.

No inicio de 2013 foram traçados objectivos, dentro deles, alguns ficaram por alcançar, o POM (Portugal “O” Meeting), bom resultado e mínimos técnicos para permanecer na selecção, e o Absoluto (de Orientação) pódio individual, o resto correu dentro do planeado, títulos nos Nacionais e uma medalha (comprada) no WMOC 2013 em Itália.

Passei dos quase 4000 kms de 2012 para cerca de 2600 de 2013, não estando a vista a data para o regresso em 2014.

Depois de terminada a primeira parte da época com a participação em Agosto no WMOC 2013 em Itália, decidi parar de treinar e fazer um tratamento aos tendões calcificados pois as dores já eram insuportáveis e não tinha condições para continuar a treinar, o conselho foi o tratamento por ondas de choque, tratamento com 80% de probabilidade de sucesso, mas infelizmente eu parece que fiquei nos outros 20% da estatística.

Dês-de Agosto que estou praticamente sem treinar e sem competir, sendo que as ultimas ordens são para parar completamente até passar a dor totalmente, por isso Janeiro ficara sem competição para mim.

Estou em contacto com o Dr. Gomes Pereira que num primeiro contacto telefónico também me ia aconselhar o tratamento por ondas de choque, mas depois de eu relatar todo o processo dês-de Agosto até hoje, ofereceu-se para ver todos os exames que fiz e assim fazer um diagnostico do meu problema, estou a aguardar para depois poder fazer o planeamento para 2014.

Sendo assim resta-me desejar a todos os meus amigo um ano de 2014 cheio de sucessos, e como costuma dizer uma amigo meu ” a dor é éfemora mas a gloria é eterna”.

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Terapia por Ondas de Choque

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Como todos sabem, a alguns anos que me ando a queixar do facto de ter varias calcificações no tendão de aquiles (pé direito) e de não conseguir treinar em condições, com o passar dos anos e com a carga de treino, a situação foi piorando, sendo que este ano foi impossível cumprir o plano de treino e assim fazer uma melhor prestação no WMOC.

Sendo assim, resolvi tentar um tratamento de ondas de choque, ou este tratamento ou ser operado, mas a situação não pode é continuar assim. Já fiz fisioterapia, mas o problema continua, enquanto o tendão tiver a calcificação.

Por isso neste mês de Agosto fui a uma clínica em Rio Tinto (Porto) e comecei os tratamentos, já fiz dois (de três), sendo que o terceiro será na próxima terça feira.

Durante o resto do mês de Agosto e todo o mês de Setembro não irei competir, apenas irei treinar ligeiramente, sendo que apenas um mês depois do ultimo tratamento começarei os treinos a serio, caso a lesão seja debelada.

Segue alguns artigos que pesquisei na internet sobre as ondas de choque.


Tratamento Por Ondas de Choque em Ortopedia

A Terapia Por Ondas de Choque (radiais ou focais) é uma nova modalidade de tratamento para os pacientes com problemas músculo-esqueléticos.

Iniciamos esta prática em 1999 após estágio em centros de tratamento na Alemanha nas universidades de Munique e Heidelberg onde já é utilizada desde 1990.

Existem vários modelos de máquinas que, por trabalharem com diferentes intensidades da onda aplicada no local de tratamento, podem tratar lesões musculares, tendinosas ou ósseas.

Participamos ativamente de um grupo médico denominado Sociedade Brasileira de Terapia Por Ondas de Choque / SBTOC
(www.sbtoc.org.br) formado em 2001 por ortopedistas brasileiros promovendo cursos e participando de congressos de ortopedia nacionais e internacionais.

Como funciona ?

Não se trata de um choque elétrico, mas sim de um impacto mecânico.

As Ondas de Choque são um tipo de energia mecânica que penetra no tecido lesado e provoca um fenômeno chamado cavitação, onde microbolhas se rompem provocando como microrupturas no tecido inflamado, determinando a liberação de substâncias antiinflamatórias locais e também estimulando um aumento na microcirculação local .

Este aumento de nutrição no local antes fibrosado leva a uma progressiva cura natural do processo inflamatório-degenerativo.

Podemos controlar a intensidade da energia com que as ondas de choque atingem o local a ser tratado. Quando utilizamos baixa energia produzimos alívio da dor e relaxamento muscular, quando se utiliza média energia ocorre a reparação tecidual e com alta energia pode ocorrer a estimulação óssea.

As ondas apenas atuam em tecidos lesionados e não causam nada em tecidos normais.

Como é o tratamento ?

O tratamento é ambulatorial, não necessita internação ou anestesia a não ser para alguns casos de tratamento ósseo.

Realizamos de 3 a no máximo 6 sessões com intervalo de uma semana entre cada aplicação. São aplicadas 2000 ondas em cada sessão nos locais lesionados.

Terapia por Ondas de Choque

A Terapia por Ondas de Choque é uma nova técnica utilizada no tratamento das seguintes indicações: dores no cotovelo (epicondilite), dor após sobrecarga no joelho (joelho de saltador), calcificação do tendão do ombro (ombro doloroso), e dor da inflamação no tendão de Aquiles. Indicações que seriam difíceis de tratar com fisioterapia convencional.

O que acontece durante o tratamento com a Terapia por Ondas de Choque?

Durante a terapia por Ondas de Choque, uma onda acústica de alta energia é transportada até aos tecidos músculo-esqueléticos, fibroses e pontos dolorosos. Este processo origina uma cascata de efeitos benéficos, tais como aumento da neovascularização, reversão da inflamação crónica, estimulação do colagénio e dissolução de fibroblastos calcificados.

Benefícios do tratamento com a Terapia por Ondas de Choque:

  • A Terapia por Ondas de Choque tem uma excelente relação custo/efectividade.
  • Solução não invasiva para a sua dor crónica no ombro, costas, calcanhar, joelho ou cotovelo.
  • Nova tecnologia com efeitos médicos comprovados; efectiva em mais de 80% para algumas indicações.
  • Sem anestesia e sem medicamentos.
  • Sem efeitos secundários.
  • Principais especialidades médicas: ortopedia, reabilitação e medicina desportiva.

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