Arquivo de Outubro, 2016

Ori-Estarreja

Aveiro City Race

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Este fim de semana de 22 e 23 de Outubro foi aquilo que se pode chamar um fim de semana de “muita” Orientação, pois alem das duas provas de Orientação pedestre (sábado e domingo) ainda fiz a minha estreia em TempO com a participação em duas etapas da Taça de Portugal de TempO que se realizaram no sábado dia 22, uma da parte da manhã e outra da parte da Tarde, antes da prova de Orientação pedestre Ria Sunset Race.

No sábado de manhã fui até ao Campus da Universidade de Aveiro para a primeira etapa de TempO, estreia absoluta nesta modalidade.

Para primeira prova não poderia ser pior, um erro de cartografia logo na primeira estação deixou-me sem saber o que fazer, se a experiência já era pouca ou nula, depois da primeira estação ainda fiquei pior.

Fui tentando aprender a medida que fui progredindo nas estações mas sinceramente ainda não estou preparado para certos pormenores desta modalidade, a começar pelo simples alfabeto fonético, que por incrível que pareça fui obrigado a saber de cor e salteado durante os dez anos que fui militar, mas em relação aos pontos de controlo era mais fácil para mim dizer o Numero que a letra e só aí perdi bastante tempo e ainda confundi o numero da baliza com a palavra certa, enfim, nada que a experiência não altere com o tempo.

No final fui 8º (em 25 atletas)

Depois de almoço nova etapa, desta vez nos jardins da cidade (junto ao Estádio Mário Duarte), Parque dos Amores, Parque Infante D. Pedro e Parque da Sustentabilidade.

Já com alguma experiência adquirida e algumas duvidas esclarecidas, parti para esta segunda etapa um pouco mais confiante mas depois de começar senti que ainda estou muito longe de estar preparado para esta vertente da modalidade, cada ratoeira que montaram cai que nem um pato, para piorar consegui rectificar o erro com novo erro, a inexperiência tem destas coisas, alem que voltei a confundir o numero da baliza com a palavra certa o que me fez errar algumas respostas.

Voltei a ser 8º classificado na segunda etapa o que fez que ficasse em 8º na geral.

Valeu pela experiência e “acho” que esta vertente da Orientação ganhou mais um adepto.

No final da tarde fui até ao centro da Cidade de Aveiro para participar no Ria Sunset Race, o verdadeiro Sunset pois comecei a correr de dia e terminei de noite e com chuva, tudo isto no prova que apenas durou 17,55 minutos (1º lugar).

Mapa DOMA vet1 aqui

Classificação aqui

No Domingo de manhã voltei ao centro da cidade para o Aveiro City Race, ultima etapa do circuito Portugal City Race.

Foi uma prova dura por ser muito rápida, e eu comecei rápido de mais o que me fez cometer pequenos erros de orientação, levando-me a abrandar o ritmo de corrida.

Mesmo assim consegui ser 1º classificado com 44,50 minutos, com este resultado venci o Circuito  Portugal City Race em VET 1.

Mapa DOMA VET1 aqui

Classificação aqui

Ori-Estarreja

Ria Sunset Race 2016 – A prova vista por mim

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Prova de orientação organizada pelo OriEstarreja e inserida no Aveiro City Race.

Esta prova foi mesmo ao “Sunset” começou de dia e terminou já de noite acompanhada de chuva… que mais se pode exigir de um Sunset.

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Meeting de Orientacão Dão Lafões – Longa

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Depois da prova de sábado e sem ter a certeza de como estaria fisicamente no domingo de manhã, voltei ao Sr. dos Caminhos para a distancia longa e embora um pouco cansado devido a falta de treino a prova no compto geral até me correu relativamente bem.

Mais uma vez entrei bem no mapa, aproveitei o caminho (quase) até ao primeiro ponto de controlo para ganhar confiança e assim definir logo algumas pernadas.

Agora que a Organização publicou os resultados em formato WinSplits (era excelente que todas organizações publicassem os resultados neste formato para os atletas poderem perceber onde perderam ou ganharam tempo nas opções para assim poderem aprender com os erros), posso fazer uma apreciação mais detalhada da minha prova, obrigado ao Clube de Orientação de Viseu por tudo, evento e simpatia.

Podem ver o mapa aqui

Como tinha dito anteriormente para o 1º ponto de controlo aproveitei o caminho existente e assim pude alem de não perder tempo para o 1º ponto de controlo pude ver as opções nas pernadas maiores.

Até ao 4º ponto fui devagar e com confiança, perdi 9 segundos para os melhores tempos, nada de especial atendendo que ja tinha estudados as três pernadas seguintes (5º, 6º e 7º ponto de controlo) onde não facilitei, e fiz os melhores parciais nessas pernadas.

Para o 9º ponto de controlo perdi cerca de 27 segundos na progressão pois fiz a pernada relativamente bem.

Para o 10º ponto de controlo foi onde eu perdi mais tempo (56 segundos) uma vez que não consegui identificar a arvore especial que se encontra no meio do verde (no mapa) a saída do ponto 9º, sendo que não tive bem a certeza de onde subi para o ponto e depois confundi as pedras existentes no mapa.

Até final e como me sentia bem fisicamente, corri bem e certo perdendo apenas 4 segundos no 12º ponto de controlo mas fiz os melhores parciais nos restantes pontos de controlo.

No final fiz 1º lugar e venci o Meeting no escalão de H45.

Classificação aqui

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Meeting de Orientação Dão Lafões – media

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Este fim de semana dias 08 e 09 de Outubro fui até a zona de Satão para participar em mais duas etapas da Taça de Portugal de Orientação, evento bem organizado pelo Clube de Orientação de Viseu na zona do  Sr. dos Caminhos, zona espectacular para a modalidade tal o grau de dificuldade técnica que aquele terreno apresenta.

Como estou em ano de recuperação das operações ao tendão de aquiles inscrevi-me em H 45 (homens com 45 anos ou mais) para esta época desportiva, sendo assim vai dando para fazer umas provas de orientação sem sofrer muito.

Neste sábado tivemos uma prova de distancia média, 3500 metros com 160 metros de desnível, eu fiz 34 minutos de prova e deixei o segundo classificado a + de 13 minutos de distancia.

Link resultado

A prova correu-me bem, entrei bem no mapa (o que foi fundamental) e apenas para o ponto 4º tive um pouco de dificuldade, desconcentrei-me e acabei por me perder momentaneamente, mas acabei por não perder muito tempo.

Tecnicamente tentei ao máximo simplificar o que acabou por tornar a prova mais fácil, fisicamente senti-me bem e hoje estou sem muitas dores no tendão o que é muito bom sinal.

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